Os casos mais loucos de poligamia no Brasil

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A poligamia no Brasil é proibida e pode, inclusive, levar os praticantes para a cadeia. A pena pode chegar a três anos para quem compartilha o cônjuge e seis anos para quem tem múltiplos parceiros.

A legislação brasileira é bem clara quando diz que um casamento só pode existir quando o primeiro houver terminado, através do divórcio. Apesar disso, ainda existem algumas pessoas que escolheram dividir a vida com mais de um parceiro ou parceira.

Isso acontece principalmente em regiões interioranas, com pessoas pouco instruídas cujas relações não são confirmadas em cartório, através da certidão de casamento. Há apenas a convivência mútua entre os casais.

De um lado meio controverso, está aumentando o número de casos de poligamia no Brasil que já foram registrados em cartório, após análise criteriosa do juiz responsável. Apesar de recentes, a moda parece que quer mesmo pegar entre os casais. Saiba mais.

Poligamia no Brasil: casos muito loucos

 

O primeiro caso de poligamia no Brasil registrado em cartório aconteceu em 2012 entre um homem e duas mulheres. Esta formação é a mais comum entre os “trisais”, como são chamados, em uma relação com a palavra “casais”.

No entanto, a justiça brasileira já cedeu o direito de oficializar a poligamia no Brasil ou poliamor, como os praticantes gostam de falar, a uniões menos convencionais, digamos assim.

Um dos casos mais recentes é o que envolve a união estável entre três mulheres. Elas viviam juntas há três anos e se reconheciam como família, tendo, inclusive o desejo e o plano de gerar uma criança.

A mesma juíza que decretou válida a união entre estas três mulheres afirmou que também já oficializou a união de um grupo de 5 pessoas que se intitulavam uma única família e também tiveram o direito de buscar amparo na justiça.

Também existem casos de poligamia no Brasil em que há a presença de uma mulher e dois homens. Esta união ainda não é muito comum, talvez pelo preconceito mais latente no sexo masculino.

Os casos de poligamia no Brasil têm se tornado muito comuns

Outro caso de poligamia aqui no Brasil que foi ‘oficializado’, foi a experiência de um “trisal” (que é como popularmente é conhecido um relacionamento entre três pessoas) em Santa Catarina.

O caso de poligamia envolvia um homem de 49 anos, que já estava casado com uma mulher por 9 anos, e dessa relação também tiveram um filho.

9 anos depois, o homem resolve ter um relacionamento com outra mulher, e desde 2007 até hoje os 3 vivem juntos em dois apartamentos conjugados, e contam que, inclusive, o filho do primeiro relacionamento, também mora com eles atualmente.

Uma tabeliã em Santa Catarina, conta que a união de poligamia ‘oficializada’ no Brasil, com maior número de “cônjuges”, envolveu 5 pessoas (3 homens e duas mulheres).

Atualmente, o registro oficial para os casos de poligamia no Brasil, já incluem o direito a inclusão em planos de saúde, previdência, e até herança, por exemplo.

A experiência de poligamia no Brasil adotada por muitas pessoas, vai além de uma necessidade de contato físico e sexual. É algo mais voltado para o carinho e para o cultivo da parceria e das amizades entre as pessoas que formam o grupo de poliamor. Apesar de ser um mundo ainda envolto em muito preconceito e falta de conhecimento, a poligamia no Brasil está causando rupturas e reafirmando aquela máxima que diz que toda forma de amor vale a pena.

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